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Jeremias 52

NTB-BR-2026-11-04

Zedequias tinha vinte e um anos quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. Ele fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme tudo o que Jeoaquim havia feito. Isso aconteceu a Jerusalém e a Judá por causa da ira do SENHOR, até que ele os lançou para fora de sua presença. Zedequias se rebelou contra o rei da Babilônia. No nono ano de seu reinado, no décimo dia do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio com todo o seu exército contra Jerusalém. Acamparam contra ela e construíram um muro de cerco ao seu redor. A cidade ficou cercada até o décimo primeiro ano do rei Zedequias. No nono dia do quarto mês, a fome se agravou na cidade, e não havia pão para o povo da terra. Foi aberta uma brecha na cidade, e todos os homens de guerra fugiram. Saíram da cidade à noite pelo caminho da porta entre as duas muralhas, junto ao jardim do rei, embora os caldeus cercassem a cidade. Tomaram o caminho da Arabá. O exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou Zedequias nas planícies de Jericó. Todo o seu exército havia se dispersado, abandonando-o. Eles capturaram o rei e o levaram ao rei da Babilônia, em Ribla, na terra de Hamate, onde ele pronunciou sentenças contra Zedequias. O rei da Babilônia degolou os filhos de Zedequias diante dos olhos dele. Também degolou todos os governantes de Judá em Ribla. Depois cegou Zedequias e o prendeu com grilhões de bronze. O rei da Babilônia o levou à Babilônia e o pôs na prisão até o dia de sua morte. No décimo dia do quinto mês, no décimo nono ano de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que servia na presença do rei da Babilônia, chegou a Jerusalém. Ele queimou a casa do SENHOR, o palácio do rei e todas as casas de Jerusalém; queimou todos os grandes edifícios. Todo o exército dos caldeus que estava com o capitão da guarda derrubou todas as muralhas ao redor de Jerusalém. Nebuzaradã, capitão da guarda, levou para o exílio alguns dos pobres do povo, o restante do povo que havia ficado na cidade, os desertores que haviam passado para o rei da Babilônia e o restante dos artesãos. Mas Nebuzaradã, capitão da guarda, deixou alguns dos pobres da terra para serem cultivadores de vinhas e lavradores. Os caldeus despedaçaram as colunas de bronze da casa do SENHOR, as bases e o Mar de bronze que estava na casa do SENHOR, e levaram todo o seu bronze à Babilônia. Também levaram os caldeirões, as pás, as tesouras de aparar pavios, as bacias, as conchas e todos os utensílios de bronze usados no serviço. O capitão da guarda levou as tigelas, os braseiros, as bacias, os caldeirões, os candelabros, as conchas e as taças para as ofertas de bebida: tudo o que era de ouro e tudo o que era de prata. Quanto às duas colunas, ao único Mar e aos doze bois de bronze debaixo das bases, que o rei Salomão fizera para a casa do SENHOR, o bronze de todos esses utensílios não podia ser pesado. Cada coluna tinha cerca de 8,3 metros de altura, e um cordão de cerca de 5,5 metros a rodeava. Era oca, com cerca de 8 centímetros de espessura. Sobre ela havia um capitel de bronze, com cerca de 2,3 metros de altura. Uma rede e romãs rodeavam o capitel, tudo de bronze. A segunda coluna era igual, com suas romãs. Havia noventa e seis romãs aos lados; ao todo eram cem romãs ao redor da rede. O capitão da guarda capturou Seraías, o sacerdote principal, Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardas da entrada. Da cidade capturou um oficial encarregado dos homens de guerra, sete homens que tinham acesso à presença do rei e que se encontravam na cidade, o escriba do comandante do exército que recrutava o povo da terra e sessenta homens do povo da terra que se encontravam na cidade. Nebuzaradã, capitão da guarda, os levou ao rei da Babilônia, em Ribla. O rei da Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate. Assim Judá foi levado para o exílio, longe de sua terra. Este é o povo que Nabucodonosor levou para o exílio: no sétimo ano, três mil e vinte e três judeus; no décimo oitavo ano de Nabucodonosor, oitocentas e trinta e duas pessoas de Jerusalém; no vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, capitão da guarda, levou para o exílio setecentos e quarenta e cinco judeus. Ao todo foram quatro mil e seiscentas pessoas. No trigésimo sétimo ano do exílio de Joaquim, rei de Judá, no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no ano em que começou a reinar, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, e o tirou da prisão. Falou com ele bondosamente e pôs seu trono acima dos tronos dos reis que estavam com ele na Babilônia. Joaquim trocou suas roupas de prisão e passou a comer pão regularmente na presença do rei por todos os dias de sua vida. Para seu sustento, o rei da Babilônia lhe dava uma ração contínua, a porção de cada dia, até o dia de sua morte, por todos os dias de sua vida.

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